7 de setembro é dia de ato Fora Bolsonaro

Os atos pelo #ForaBolsonaro  e Grito dos Excluídos marcados para a próxima terça-feira (7) já estão marcados em mais de 80 cidades em todo o país.

As mobilizações, organizadas pela CUT, demais centrais sindicais e movimentos sociais, têm como objetivo dar um ‘basta’ ao autoritarismo de Bolsonaro e será um contraponto à autopromoção do presidente que também organiza manifestações fascistas para o Dia da Independência.

Tanto os movimentos sociais que integram as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo como os sindicatos filiados à CUT e demais centrais estão mobilizando suas bases e prometem ocupar às ruas no dia 7, dando visibilidade às pautas mais urgentes da classe trabalhadora.

Além do ‘Fora, Bolsonaro’, a CUT reforça  a luta por mais empregos com direitos e renda; contra o aumento dos preços dos alimentos e combustíveis; contra a carestia; contra as privatizações; contra a reforma Administrativa (PEC 32) e contra a reforma Trabalhista de Bolsonaro.

 

Setor químico define pauta em assembleia virtual

O setor químico realiza uma assembleia virtual no dia 9 de setembro (quinta-feira), às 19 horas, para discutir e aprovar a pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2021.

Para participar é preciso se cadastrar antecipadamente no link  (https://www.even3.com.br/quimicosp/) ou no QR Code da imagem.

A negociação deste ano envolve apenas as cláusulas econômicas, uma vez que as sociais foram renovadas até 2022.

Os sindicatos que negociam conjuntamente, sob o comando da Fetquim (Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico), já se reuniram para discutir uma pré-pauta que contempla, prioritariamente, a reposição integral da inflação.

Para Hélio Rodrigues, coordenador-geral do Sindicato, sem reposição da inflação não existe diálogo possível com a bancada patronal. “Nosso Sindicato tem um longo histórico de negociações vitoriosas, com reposição da inflação e aumento real.  Não abriremos mão disso”, observa.

A previsão de inflação acumulada nos 12 meses, referente à data-base dos químicos (1º de novembro), segundo o Banco Central, é de 9,14%.