CUT joga peso na campanha pela humanização das perícias médicas

 

Para avaliar e definir as estratégias e o plano de trabalho no âmbito da Política Nacional de Saúde do Trabalhador, a CUT realizou nesta segunda (9) e terça-feira (10), reunião do Coletivo Nacional de Saúde do Trabalhador com a presença de dirigentes das Estaduais e dos Ramos que compõem a Central.

 

Há muito tempo, trabalhadores e trabalhadoras convivem com um problema enraizado na sociedade: quando necessitam ir ao INSS – Instituto Nacional do Seguro Social – em busca de afastamento por doença ou acidente enfrentam humilhações e dificuldades causadas por má conduta de parte dos peritos médicos que lá prestam atendimento.

 

E é sabendo desta realidade, que aparece como prioridade, após dois dias de debates, a campanha permanente pela humanização das perícias médicas reafirmando-a como frente de luta juntamente com outras ações no âmbito do INSS, como a transparência no Instituto, controle social nas esferas estaduais e municipais, maior eficiência dos programas de reabilitação e observação do novo código de ética médica.

 

Tal campanha, que é uma idealização da CUT juntamente com as outras centrais sindicais, foi lançada no Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho, lembrado em 28 de abril. Neste mesmo dia, a CUT participou de audiência pública no Congresso Nacional, onde expôs as reivindicações dos trabalhadores para acabar com as humilhações sofridas pelos segurados durante as perícias médicas.

 

Conforme destacou a secretária de Saúde do Trabalhador da CUT, Junéia Martins Batista, em matéria publicada em seu blog, o presidente da CUT, Artur Henrique, relata a situação dramática e vergonhosa na qual os contribuintes do Regime Geral de Previdência Social são submetidos quando necessitam de afastamento do trabalho por motivo de doença ou acidente.

 

Vale lembrar, que a reivindicação dos trabalhadores passa pelos simples fato de fazer valer os direitos sociais historicamente conquistados, entre eles os princípios da seguridade social e o próprio papel regulador do Estado, no qual também estão implicadas as áreas da Saúde e do Trabalho. A reivindicação por humanização não pode ser confundida com benevolência ou como forma de ‘ataque’ aos peritos médicos.

 

E para esclarecer estas questões e debater com todos os atores envolvidos, a CUT pretende com o auxílio do deputado Vicentinho (PT-SP) realizar uma nova audiência pública onde serão convocados a estarem presentes os peritos do INSS, segurados e o Ministério da Previdência Social.

 

“Dependendo do resultado desta audiência, se percebemos que será necessário uma ação mais efetiva, vamos reivindicar e cobrar dos parlamentares a criação por parte do Legislativo de uma comissão para investigar o INSS e tratar das denúncias apresentadas por trabalhadores e profissionais de saúde”, ratifica Junéia.

 

Está marcada para esta quarta-feira (11), às 16h, uma audiência com o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves, onde as centrais irão apresentar um documento unitário sobre a questão da humanização e do código de ética médica.

 

A CUT pretende também instituir um grupo de trabalho para debater uma alternativa ao novo sistema de pericia em discussão no Conselho Nacional de Previdência Social.

 

Organização no local de trabalho – Apesar de todas as ações pontuais citadas acima, está claro para os dirigentes que a mudança do quadro atual passa pelo investimento em prevenção a partir dos locais de trabalho, permitindo modificar situações que impõem riscos e sofrimentos antes que estes causem danos aos trabalhadores.

 

Esta resolução vai de encontro com a estratégia da CUT em consolidar e fortalecer a organização dos trabalhadores a partir dos locais de trabalho. “Observa-se que há hoje um desequilíbrio entre ação institucional e ação sindical. Diversas estaduais e ramos enfatizam a intervenção nos espaços públicos, mas pouco se faz na questão da organização no local de trabalho e ação sindical”, pontua Junéia.

 

Participação social nas Conferências Nacionais – Estão programadas para acontecer ainda este ano algumas Conferências Nacionais. Os dirigentes presentes a reunião do Coletivo destacaram a necessidade de organizar e mobilizar a militância CUTista com vistas a intervenção nestes espaços de discussão de políticas públicas.

 

Na 14ª Conferência Nacional de Saúde, cujo mote é ‘Todos usam o SUS! SUS na Seguridade Social, Política Pública, patrimônio do Povo Brasileiro”, é importante compatibilizar esse tema geral com a diretriz da CUT sobre trabalho decente, que envolve diretamente questões relacionadas a saúde do trabalhador, além de levar ao debate temas polêmicos como o aborto e fundações estatais de direito privado.

 

Outra prioridade será a organização da militância CUTista para a Conferência Nacional do Trabalho Decente, onde o haverá um duro embate com o setor patronal sobre o modelo de regulação do trabalho.

 

Formação para avançar – Os dirigentes também definiram as datas (de 11 a 14 de julho) do primeiro módulo do curso de Formação de Formadores em Saúde do Trabalhador. No plano de trabalho pensado em 2009 e 2010 foram destacados três grandes eixos – organizativo, institucional e ações políticas – que serão postos em prática nos cursos.

 

SUS, um direito de todos (as) – Infelizmente, a defesa do SUS ainda é frágil e contraditória. É preciso fortalecer o caráter público do sistema, com vistas a qualidade do serviço, reafirmando o combate as organizações sociais e outras estratégias de privatizações das políticas publicas de saúde, debatendo o caráter suplementar do setor privado, em particular dos planos de saúde, bem como os modelos de gestão.

 

Para mais informações, acesse: http://www.cut.org.br/destaques/20653/cut-joga-peso-na-campanha-pela-humanizacao-das-pericias-medicas

Rio São Francisco é tema de exposição fotográfica em São Paulo

 

Os habitantes de vilarejos e cidades às margens do rio São Francisco estão no foco das lentes do repórter fotográfico Jesus Carlos. As imagens foram produzidas em uma de suas viagens à região. A seleção de 21 fotografias mostra como vivem as pessoas de municípios dos cinco estados pelos quais corre o Velho Chico.

Os Barranqueiros do Velho Chico

Fotos de Jesus Carlos
Espaço Cultural da América Latina
Rua da Abolição, 244 – Bela Vista, São Paulo-SP
De 8 de maio até 6 de junho, de terça-feira a domingo, a partir das 18h

Para mais informações, acesse: http://www.redebrasilatual.com.br/multimidia/blogs/curta-essa-dica/rio-sao-francisco-e-tema-de-exposicao-fotografica-em-sp

Canal de atendimento tira dúvidas trabalhistas

O Ministério do Trabalho colocou em funcionamento um novo canal de atendimento ao cidadão que atende questões sobre legislação trabalhista, seguro-desemprego e abono salarial, além de todos os programas sociais, ouvidoria e ações desenvolvidas pelo Ministério.

Para ouvir essa notícia e obter mais informações, acesse: http://www.redebrasilatual.com.br/radio/programas/jornal-brasil-atual/canal_duvida_trabalhista_santander.mp3

Sindicato organiza manifestação contra o fim das sacolas plásticas

Nesta segunda-feira, 9 de maio, o Sindicato dos Químicos organizou uma manifestação contra a retirada das sacolas plásticas e sua cobrança nos supermercados do Estado de São Paulo, em frente ao Expo Center Norte onde acontecia a abertura do 27º Congresso de Gestão e Feira Internacional de Negócios em Supermercados.

O governador Geraldo Alckmin e a Apas (Associação Paulista dos Supermercados) assinaram  uim protocolo de cooperação para que nos próximos 6 meses as sacolas plásticas sejam abolidas de todos os mercados. Com o trato, as principais redes como Pão de Açúcar/Extra, Carrefour e Walmart, serão beneficiadas com a venda de sacolas.

Segundo Lourival Pereira, Coordenador de Saúde e Meio Ambiente do Sindicato, o fim das sacolas pode resultar na perda de 20 mil empregos só na Grande São Paulo. “Elegeram a sacola plástica como a vilã ambiental. Não é verdade: a sacola pode ser recolhida e reciclada.”

Segundo dados do Sindicato, o consumidor passará a pagar R$ 0,19 por sacolinha plástica. Isso resultaria, no final do mês, mais R$ 11,00 em seu orçamento. Para Lourival, a medida penaliza o consumidor: “A questão ambiental está sendo usada como fachada para reduzir os custos dos grandes supermercados”.

Durante a manifestação, os trabalhadores entregaram panfletos informativos sobre a utilização das sacolas plásticas.

Estudo defende corredor de ônibus e tarifa barata para aumentar uso de transporte público

 

Brasília – Investimentos em corredores de ônibus e metrôs aliados a políticas tarifárias adequadas que permitem ampliar o número de usuários de transporte público, conclui um estudo sobre mobilidade urbana. O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (4) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A redução do tempo de viagem deve ser estimulada, por ser o principal aspecto levado em conta para a escolha do meio de transporte.

“A rapidez, a disponibilidade e o menor custo foram características recorrentemente citadas de forma explícita pelos entrevistados”, afirma o estudo. Segundo ele, a diferença de percepção da segurança entre os usuários de automóveis e os de transporte público pode revelar importantes aspectos para a atuação pública.

Como característica do que seria “um bom transporte”, todos os tipos de usuários entrevistados pelo Ipea apontaram, como primeira resposta, a rapidez. O baixo custo foi a segunda resposta para aqueles que se locomovem a pé e de bicicleta, e o conforto foi apontado pelos usuários de carro. Tanto os usuários de moto como os de transporte público apontaram a existência de mais de uma forma disponível do transporte como condição para sua boa qualidade.

Em Curitiba, a diarista Benedita de Oliveira, 50 anos, diz que só o transporte rápido e integrado do município permite que ela trabalhe em até três casas por dia. “É comum sair de onde moro e trabalhar em três lugares diferentes gastando apenas duas passagens de R$ 2,50 cada”, diz.

No uso do transporte individual motorizado (carro e moto), quem utiliza o primeiro ressalta o motivo do conforto e a comodidade, enquanto os que optam pela moto justificam sua escolha devido ao preço. Mas ambos consideram a rapidez como o fator de maior importância. O gerente Luís Otávio de Sousa, 32 anos, morador de Brasília, gasta R$ 250 por mês de combustível. “O carro é o meio de transporte que uso diariamente para ir ao trabalho, pelo fato da comodidade e rapidez,” disse. Segundo ele, entre os motivos para não usar o transporte público estão o descumprimento do horário, a má conservação dos veículos e as poucas unidades circulando pelas ruas.

Pedestres e ciclistas explicam a opção por motivos de saúde e também pela rapidez. No entanto, quem anda a pé afirma que passariam a usar o transporte público caso houvesse maior disponibilidade, fosse mais barato e também mais rápido. Para o pedestre, estas duas últimas características são necessárias para se ter um bom transporte. No caso da opção pela bicicleta, o baixo custo também é ressaltado como vantagem.

A população, de acordo com o documento, precisa ser esclarecida quanto às características de cada modo de transporte em suas respectivas cidades. Além de ter direito à escolha do meio de transporte que quiser utilizar, “a população tem que ter acesso à informação para poder realizar esta escolha dentro dos critérios que considerar mais relevantes”

Para mais informações, acesse: http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidades/2011/05/estudo-defende-corredor-de-onibus-e-tarifa-barata-para-aumentar-uso-de-transporte-publico

Fim do fator previdenciário é prioridade

Na primeira reunião da comissão permanente de negociação, formada por membros do governo e representantes do movimento sindical, realizada hoje (5), o ministro Gilberto Carvalho, da secretaria Geral da Presidência, deixou claro que, nas mesas de negociações serão discutidos também temas de interesse do governo como, por exemplo, desoneração da folha e combate à miséria. Gilberto, inclusive, já agendou a reunião com o Secretário-Executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, para discutir desoneração da folha (no dia 11, às 16h00) e ficou de marcar uma data para um encontro com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para discutir a pauta econômica do governo. O ministro agendou também uma reunião mais ampla – com pelo menos dez representantes de cada central sindical – para debater o programa de combate à pobreza, no dia 25/5, às 16h00. Propostas para acabar com o Fator serão discutidas no dia 2 de junho, quando, segundo o ministro, será apresentada a posição do governo sobre o tema.

 

O presidente da CUT Artur Henrique iniciou a reunião listando os itens da pauta que têm consenso entre as centrais, como por exemplo, redução da jornada para 40 horas sem redução de salário, o fim do Fator Previdenciário, o combate a terceirização e a regulamentação das convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) que trata da negociação coletiva no setor público (151) e a que estabelece regras para demissão de trabalhadores (158).

 

Para Artur, a reunião foi positiva, pois, além de definir uma agenda prioritária para discutir a pauta dos trabalhadores, o governo atendeu uma reivindicação da CUT que é participar das discussões sobre os projetos do governo, como a desoneração da folha, por exemplo. “Somos contra a desoneração da forma como ela vem sendo apresentada pela imprensa e queremos participar do debate, não apenas tomar conhecimento do projeto. Em primeiro lugar, não é verdade que desonerar gera emprego. Além disso, queremos debater os impactos da desoneração na seguridade social. A verdade é que temos apresentado um conjunto de propostas para enfrentar a questão da injustiça tributária que queremos debatê-las com o governo”.

 

Além dos itens onde há consenso, Artur listou outros pontos da pauta apresentada hoje que são prioridade para a CUT, mas que não contam com o apoio das demais centrais sindicais. Entre eles, o fim do imposto sindical e a implementação da contribuição sobre a negociação coletiva.

 

Sobre a participação de entidades ligadas a aposentados na mesa de negociação permanente, o presidente da CUT defendeu a retomada do fórum das aposentadorias. A sugestão foi acatada pelo ministro Gilberto Carvalho, que ficou de agenda o primeiro encontro de representantes de sindicatos de aposentados e do Ministério da Previdência Social.

 

Para mais informações, acesse: http://www.cut.org.br/destaques/20638/fim-do-fator-previdenciario-e-prioridade-nas-negociacoes-entre-cut-centrais-e-governo

Com decisão unânime, STF reconhece união homoafetiva

 

São Paulo – Na retomada do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a extensão de direitos a uniões homoafetivas no país, nesta quinta-feira (5), todos os ministros acompanharam o voto do relator, Ayres Britto. Com isso, foram dez votos pela procedência das ações que reconhecem como família a união entre pessoas do mesmo sexo. O ministro Dias Toffoli declarou-se impedido por ter dado pareceres positivos quando era advogado-geral da União. No encerramento da sessão, às 20h30, o presidente do STF, Cezar Peluso, destacou a posição unânime da Corte contra todas as formas de discriminação.

O ministro Luiz Fux foi o primeiro a se pronunciar. Ele seguiu a consideração feita na quarta (4) por Ayres Britto e julgou procedentes a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4.277 e a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 132. “A união homoafetiva é um fato, e já há normação para que os parceiros figurem como união estável. Daremos a ele mais que um projeto de vida, daremos um projeto de felicidade”, afirmou Fux.

A ministra Carmen Lúcia também votou a favor das ações propostas pela Procuradoria-Geral da República – reconhecendo casais homoafetivos como entidades familiares –  e pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), para que funcionários públicos homossexuais possam estender seus benefícios aos parceiros. Com a posição do STF, a mesma decisão será aplicada em outros tribunais (efeito vinculante).  “De pronto, digo que decido a favor da consideração do ministro Ayres Britto. Enfatizo que se ponha em discusão a covardia dos atos contrários a toda forma de direitos, inclusive a essa minoria”, disse a ministra.

A união estável dos homoafetivos ganhou mais dois votos favoráveis. O ministro Ricardo Lewandowski afirmou que “dos fatos nascem o direito”. Antes do intervalo, o ministro Joaquim Barbosa também se posicionou pela procedência das ações.

O julgamento foi retomado com o voto do ministro Gilmar Mendes. Embora com restrições quanto à fundamentação, acompanhou “em linhas gerais” o relator. “A nossa omissão representaria um agravamento no quadro de desproteção de minorias discriminadas.”

A ministra Ellen Gracie, antes de fundamentar seu voto, adiantou que também acompanhará o relator. “Uma sociedade decente não humilha seus integrantes”, declarou.

Em seguida, o Marco Aurélio confirmou voto também favorável. “O Brasil está vencendo a guerra desumana contra o preconceito”, declarou, no início de seu pronunciamento.

O ministro Celso de Mello, penúltimo a votar, também enfatizou a importância da decisão. “Ninguém, absolutamente ninguém, pode ser privado dos seus direitos, nem sofrer qualquer restrição de ordem jurídica, por motivo de sua orientação sexual”, afirmou. “O julgamento que hoje se realiza certamente marcará a vida deste país.”

Para mais informações, acesse: http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/2011/05/uniao-homoafetiva-ja-tem-tres-votos-favoraveis-no-stf

Trabalhadores da Sefapi conquistam sábados alternados de trabalho

 

Trabalhadores da Sefapi, em parceria com o Sindicato, conquistaram uma diminuição na jornada de trabalho. Após muitas reivindicações dos trabalhadores e negociações entre empresa e Sindicato, foi aprovada a proposta de sábados alternados de trabalho.

As negociações sempre foram difíceis, mas o Sindicato intensificou as ações para pressionar a empresa. No dia 29 de março foram realizadas duas assembleias (para que os trabalhadores dos dois turnos pudessem participar) na Subsede da Lapa. Com as resoluções tomadas, após um amplo debate com os trabalhadores, no dia 31 de março aconteceu outra assembleia dentro da empresa.

Há mais de dez anos os companheiros da Sefapi lutavam pelo direito do sábado livre. Desta forma, aumenta-se as horas dedicadas à família e ao lazer. A conquista só foi possível graças ao empenho conjunto dos trabalhadores e do Sindicato. É bom lembrar a importância dos trabalhadores serem filiados à sua entidade de classe. Fique sócio do Sindicato e faça parte de nossas lutas por melhores condições de trabalho.

Sindicato participa do VI Encontro da Rede Solvay

 

A cidade argentina de Bahía Blanca sediou neste ano o VI Encontro da Rede de Trabalhadores do Grupo Solvay – Mercosul, que teve início no dia 18 de abril, segunda-feira. Dois dirigentes do nosso Sindicato, Milton Hungria e Carlos Gomes (Carlinhos), participaram do Encontro.

Durante três dias foram discutidos pontos como a situação de cada localidade, a proposta de acordo macroglobal da ICEM (Federação Internacional de Química, Energia, Minas e Sindicatos Geral dos Trabalhadores) com a Solvay e o recente anúncio da aquisição/ fusão da Rhodia pelo Grupo. Também foram discutidos temas sobre saúde, segurança e meio ambiente. No final do Encontro foi elaborado um Plano de Ação da Rede para 2012.

Além dos dirigentes do nosso Sindicato, também participaram da atividade os representantes dos sindicatos de outras localidades e trabalhadores da comissão interna da Solvay Bahía Blanca, da CIPA da Solvay Indupa de Santo André, da Solvay Dacarto de Simões Filho, na Bahia, e o representante da Secretaria de Relações Internacionais da CUT, José Drummond.

De acordo com os dirigentes Milton e Carlinhos, a atividade consolidou a organização dos trabalhadores em todas as unidades do Grupo na Argentina e no Brasil. “Está ficando cada vez mais clara a contribuição da Rede para a troca de informações, de articulação e de cooperação técnica entre os sindicatos que a integram”, disse Milton Hungria.

Para Carlinhos, “as políticas de segurança e saúde no trabalho, de meio ambiente e de sustentabilidade têm grande importância para os trabalhadores, pois eles acreditam que esses temas precisam ser debatidos com a CIPA e com o Sindicato, com o intuito de alcançar seus objetivos desde o local de trabalho até o nível global”, reforçou o diretor Carlinhos.