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Postado em: 11/01/2007 - 22h36 | Redação

Editorial: perspectivas e desafios

Ano novo, planos novos, esperanças antigas. Começamos 2007. Depois das festas, a organização do que está por fazer. Para começar, em relação à nossa categoria, temos pela frente a campanha salarial do setor farmacêutico (1º de abril) e os trabalhadores dos setores plástico, químico, cosmético e de tintas e vernizes têm a fiscalização da sua convenção coletiva recente, com a imediata busca por novas conquistas.

No conjunto, ao lado da classe trabalhadora em geral, nossos desafios são mais amplos. O debate sobre reformas trabalhista e sindical deve ser retomado em breve. Devemos nos posicionar com firmeza e consequência em defesa dos nossos direitos e conquistas, rumo à sua ampliação. Novos desafios que se colocam.

E tem mais: o segundo governo LULA começa com a apresentação de um plano de desenvolvimento do país. A favor do progresso, tudo. Mas o crescimento econômico tem que acontecer com a simultânea geração de emprego, medidas efetivas de defesa da saúde e segurança e melhor distribuição de renda. De novo somos exigidos a participar com a nossa contribuição e, principalmente, com as nossas reivindicações.

Nas questões municipal, na capital paulista, e estadual, os governos tucanos/PFL emitem sinais no sentido de reduzir as políticas sociais, abandonam a saúde pública e a educação e, na lógica do Estado mínimo, deixam de investir no transporte público, o que significa elevação de tarifa e deterioração da qualidade dos serviço. É evidente a necessidade de uma resposta para impedir as ações desse (des)governo.

E pensar que o ano tem só 365 dias. Ou seja, o tempo é curto. Há muito que fazer. Comece desde já, participe do dia-a-dia do seu sindicato de classe. Juntos, vamos debater as questões do seu interesse. Se você quiser, você pode influenciar nos rumos da sua categoria, da classe trabalhadora e da sociedade. É o exercício da cidadania com tudo que tem de direitos e deveres.

Com certeza, você quer deixar um legado para as gerações futuras. E a melhor maneira de fazer isso é através de atividades coletivas, como na marcha pelo salário mínimo (foto), muita solidariedade e companheirismo com a família e com as pessosas da sua convivência cotidiana na escola e no trabalho. É assim que se faz um Brasil melhor, o país dos nossos sonhos. Faça sua parte. Participe.