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Postado em: 28/05/2012 - 14h28 | Redação

Cutistas aprovam no 13º CECUT plano ação e lutas

O 13º Congresso Estadual da CUT-SP teve início no dia 16 de maio com oficinas que debateram políticas para Desenvolvimento e Economia Solidária, Comunicação, Transporte e Mobilidade Urbana, Saúde e Meio Ambiente, Organização Sindical e OLT dos Ramos, Juventude, Educação e Cultura. As propostas feitas nas oficinas foram encaminhadas para apreciação da plenária do 13º CECUT e votadas para fazer parte do plano de ação e lutas da entidade para os próximos três anos.

Conjuntura política e econômica nacional e mundial

A exposição sobre conjuntura internacional foi feita por João Felício, secretário de relações internacionais da CUT. A conjuntura nacional ficou a cargo de Artur Henrique, presidente nacional da CUT, e a conjuntura estadual foi apresentada pela presidente do Sindicato dos bancários, Juvandia Moreira.

Plano de ação e lutas

No Congresso, delegados/as deliberaram sobre o plano de ação e lutas da Central para os próximos anos. Também foram aprovados o texto-base e os encaminhamentos a serem ratificados em julho, no 11º Congresso Nacional da CUT:

• O combate às políticas neoliberais do governo do Estado de São Paulo;

• A atualização do projeto político-organizativo da CUT, reorganizando a atuação e a redistribuição de municípios entre as Subsedes em todo o Estado;

• A mudança no sistema financeiro nacional para combater a alta dos juros e a exclusão bancária da população.

Na área da educação, decidiu-se ampliar as mobilizações pelo cumprimento da lei do piso nacional do magistério e a luta para validar a jornada de trabalho extraclasse definida pela legislação. No setor energético, o foco foi energia para o desenvolvimento, com renovação de concessões condicionada à redução de tarifas e ao fim das terceirizações do trabalho, além da campanha de esclarecimento quanto à necessidade de apropriação da riqueza hidráulica do país pelos brasileiros.

Outro item importante é o fortalecimento da luta pela aprovação do Projeto de  Lei Complementar 122/2006 (que criminaliza a discriminação por orientação sexual), bem como a contratação de transexuais na CUT e a criação de coletivos LGBTs nas subsedes e sindicatos.

Na área da comunicação, ficou decidido que a central participará da luta pela realização da 2ª Confecom (Conferência Nacional de Comunicação), que será ampliada e precedida de encontros sobre o tema para aprofundar o debate, além da cobrança por melhor qualidade e ampliação dos serviços de banda larga para democratizar o uso da internet.

Foi aprovada, ainda, proposta de mudança estatutária para aumentar o número de membros da executiva nacional da CUT, com criação das secretarias adjuntas de Administração e Finanças, Geral e Relações Internacionais. Em sua defesa, Vagner Freitas, tesoureiro nacional da CUT, justificou a alteração para que os secretários possam dividir as funções políticas e burocráticas.

A paridade entre homens e mulheres na Direção da CUT foi aprovada no Congresso Estadual, e a proposta será encaminhada para ratificação durante o 11º CONCUT.

Eleita a nova direção da CUT–SP

No último dia do Congresso, foi eleita a nova diretoria da CUT-SP para o triênio 2012- 2015. O atual presidente, Adi dos Santos Lima, foi reeleito. Também foi reconduzido à Secretaria de Administração e Finanças Renato Carvalho Zulato, dirigente do Sindicato dos Químicos de São Paulo, e para suplente do Conselho Fiscal foi eleito Milton Hungria, também dirigente do Sindicato dos Químicos de São Paulo.

Químicos de São Paulo

Como acontece desde a fundação da CUT, o Sindicato dos Químicos de São Paulo e Região participa ativamente de todas as atividades e mobilizações da Central, especialmente dos Congressos. Desta vez, 22 delegados/as marcaram presença representando a categoria e contribuindo em todos os debates.