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Postado em: 09/08/2019 - 19h16 | Redação

Pressão para barrar a reforma agora é no Senado

 

A reforma da Previdência passou na Câmara, mas essa não é a última instância. Ela ainda precisa passar por duas votações no Senado. “Muita coisa ainda pode mudar. É importante o trabalhador saber que a organização e a luta são fundamentais para revertermos essa reforma perversa de Bolsonaro”, alerta o presidente da CUT, Vagner Freitas.

E já tem ato marcado para o dia 13 de agosto, Dia Nacional de Mobilizações, Paralisações e Greves contra a reforma da Previdência. “As CUT’s Estaduais, seus sindicatos, federações e confederações, as demais centrais sindicais, além dos representantes dos movimentos sociais estão organizando e mobilizando suas bases para que a manifestação seja uma das maiores já realizadas”, afirma Vagner.

“A luta agora é no Senado”, conclui o presidente da CUT.

Regras mais duras

A reforma da Previdência acaba com a aposentadoria por tempo de contribuição, estabelece a obrigatoriedade da idade mínima para se aposentar de 65 anos para os homens e 62 anos para as mulheres. Além disso, limita o benefício à média de todos os salários, inclusive os mais baixos, o que derruba o valor; e estabelece regras de transição para quem já está no mercado de trabalho.

Pela nova regra geral, para os servidores federais e trabalhadores da iniciativa privada que se tornarem segurados após a reforma, fica garantida na Constituição somente a idade mínima. O tempo de contribuição exigido e outras condições serão fixados definitivamente em lei ordinária, que pode ser aprovada com menos votos do que uma PEC. Até lá, vale uma regra transitória.

 

*Com informações da CUT