SINDICATO NO WHATSAPP

Notícias

Voltar
Postado em: 22/06/2005 - 14h26 | Redação

São Paulo: caos Serra abaixo

Durante a campanha eleitoral o então candidato Serra prometeu que iria acabar com as escolas de lata. Passados seis meses de governo, as obras de alvenaria sequer foram iniciadas. Prometeu resolver os problemas da saúde, mas o atendimento na rede pública é cada vez pior.

O Conselho de representantes, aprovado pelos vereadores na gestão passada, foi barrado pelo Ministério Público. O prefeito Serra, único com poderes para garantir a existência do mesmo, não fez nada; ao contrário, está calado. Serra matou na raiz uma das formas democráticas da população participar ativamente do governo municipal. Mas para o PSDB democracia não existe, e o povo só é importante no período eleitoral.

O prefeito vai mais longe com o jeito tucano de impedir que a população tenha um mínimo de conforto, saúde, educação e transporte. Deu na imprensa que ele vai rever o bilhete único, estabelecer novos critérios para o renda mínima, limitar funcionamento do CEU e já reduziu o funcionamento dos telecentros.

A administração Serra se resume ao objetivo de acabar com as realizações da gestão Marta Suplicy, sobretudo em relação aos benefícios sociais para a população da periferia da cidade.
Para tentar justificar a inoperância de seu governo, Serra bate insistentemente na tecla das finanças do município, ao mesmo tempo em que faz caixa de mais de três bilhões de reais.

No Estado a situação não é diferente. Governado pelo PSDB desde 1994, São Paulo hoje é a expressão de um “laboratório” dos tucanos com sua visão de Estado mínimo e louvação ao “deus mercado”. Em oito anos não conseguiram concluir o desmonte nacional feito na gestão FHC; mas, em nível estadual, a determinação é ir o mais longe possível. O caos é sentido nas áreas de saúde, educação, segurança pública. E ele ainda insiste na propaganda enganosa.

Governo Alckmin apresentou uma LDO (Lei de Diretrizes Orçamentária) para 2006 que é uma provocação aos deputados e à população. E, “esconde” os valores a serem destinados a estatais como Metrô e SABESP.